Crítica Poética

Solta, a poesia é pensada
Com destreza e singelança
Tem gosto de terna infância
Inusita a cada olhada
Me fez crer que és, ou fada
Ou bruxa, meio alquimista
Mas no fundo vi a pista
És passarinho que foi preso
Na certa teve foi medo
De alçar vôo em revoada
Te tornando então humana
Pra aprender a ser artista
E nunca perder de vista
Do caminho não se reclama!

Por Rafael Pugas